Liam Lawson — Miami ficou pequena para a surpresa do neozelandês da Racing Bulls ao ver a Alpine ressurgir no pelotão intermediário logo após a pausa de cinco semanas da Fórmula 1.
- Em resumo: Alpine põe dois carros no Q3, enquanto Lawson sofre falha de freio e larga apenas em 12º.
Avanço francês abala o meio do grid
A equipe francesa transformou o fim de semana em ponto de inflexão: Pierre Gasly e Franco Colapinto carimbaram presença no Q3, reposicionando a Alpine como candidata a ser a “melhor do resto”. O salto de performance, perceptível logo nos treinos, contrastou com o ritmo habitual antes do intervalo.
Lawson não escondia o espanto. Para ele, o passo dado pelos rivais foi “significativo”, especialmente por ocorrer justamente quando as demais equipes também trouxeram pacotes de atualização. O neozelandês reconheceu que a leitura dos dados e o ritmo de evolução — detalhados nas informações da Formula 1 — serão decisivos nas próximas etapas.
“O problema de freio apareceu na classificação, não tivemos isso antes. Infelizmente, nos pegou já na primeira volta”, declarou Lawson.
Problema de freio limita Racing Bulls
O contratempo nos freios deixou o piloto com poucas opções: ainda que o carro estivesse “ok” no restante da sessão, ele terminou a classificação exatamente onde, na avaliação dele, o equipamento permitia — 12ª posição.
Mesmo assim, Lawson enxerga espaço para reação. Ele aposta que o aprendizado com as atualizações recentes será vital num campeonato em que cada décimo vale posições e, como ficou claro em Miami, pode redefinir hierarquias de uma semana para outra.
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