George Russell — O britânico da Mercedes deixou o GP de Miami com 20 pontos de desvantagem para Kimi Antonelli, novo líder da temporada, mas garantiu que “ainda há um longo caminho pela frente” para virar o jogo.
- Em resumo: Ajustes no fim da prova animam Russell para as próximas corridas.
Ajustes tardios reacendem esperança
Russell reconheceu que o fim de semana na Flórida foi “complicado”, porém salientou que as mudanças aplicadas nas dez voltas derradeiras—diferencial e freios alinhados ao setup de Antonelli—transformaram o comportamento do W17. Segundo ele, esse pacote servirá de base já para a próxima etapa, como detalhado no site oficial da Fórmula 1.
O britânico ressaltou que não subestima o colega italiano, mas também não vê motivo para pânico. Para Russell, a diferença atual reflete um cenário emergencial de acertos finos, e não uma limitação permanente do carro.
“Eu não esqueci como pilotar, é apenas uma situação um pouco complicada, mas ainda há um longo caminho pela frente.”
Calendário pode favorecer Mercedes
Com circuitos de alta velocidade no horizonte, a equipe confia que o pacote aerodinâmico atualizado renderá melhor do que em Miami, pista de média pressão aerodinâmica. Essa expectativa sustenta a convicção interna de que a vantagem de Antonelli pode diminuir rapidamente.
Dentro da garagem, o clima permanece competitivo, mas sem tensão pública: Russell elogiou o talento do italiano—“Você não conquista títulos nas categorias de base sem velocidade”—ao mesmo tempo em que reforçou sua confiança pessoal, mencionando que o histórico de reações fortes da Mercedes ainda pesa no campeonato.
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