Lando Norris — O piloto da McLaren voltou a criticar o regulamento técnico que estreará em 2026, defendendo que a Fórmula 1 abandone de vez a bateria híbrida para recuperar o ritmo que, segundo ele, faz falta ao espetáculo.
- Em resumo: para Norris, a única solução é “se livrar da bateria” dos novos motores 50% elétricos.
Por que o novo motor preocupa os pilotos
As regras definidas para 2026 preveem que metade da potência virá de energia elétrica, algo que já incomoda parte do grid. Mesmo após ajustes testados no GP de Miami, o britânico acredita que o pacote ainda está abaixo do nível esperado pela categoria.
Norris argumenta que, com a atual divisão de potência, acelerar a fundo em todas as curvas se torna inviável, pois o piloto é penalizado pelo próprio gerenciamento de energia — cenário que, na visão dele, não condiz com a essência da F1.
“Você simplesmente tem que se livrar da bateria. Então, espero que em alguns anos seja esse o caso”, afirmou o titular da McLaren.
McLaren vê impasse sem solução imediata
Nem mesmo as modificações recentes convenceram o britânico. Para ele, o pacote revisto foi apenas “um pequeno passo” e continua aquém do espetáculo que os fãs esperam. Ao comparar com temporadas passadas, o piloto lamenta não poder mais pressionar o carro no limite sem sofrer cortes de desempenho.
Historicamente, a Fórmula 1 ajusta regulamentos para equilibrar competitividade e sustentabilidade. Desta vez, porém, a tensão entre performance pura e eficiência energética chegou ao paddock com força, refletindo na crítica direta de um dos nomes mais influentes da nova geração.
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