Oscar Piastri — O bom ritmo exibido no GP de Miami elevou a confiança do australiano ao ponto de projetar a McLaren no mesmo patamar da Mercedes na atual temporada da Fórmula 1.
- Em resumo: Pacote de atualizações transformou o MCL40 e fez a equipe sonhar em brigar diretamente com a rival alemã.
Atualizações viram chave no desempenho
Depois de desembarcar na Flórida com um pacote significativo, a McLaren deixou a etapa norte-americana com a sensação de ter dado um passo à frente. Na Sprint, Lando Norris fez pole e venceu, enquanto Piastri terminou em segundo, sinal de que o carro reagiu às mudanças.
A corrida principal, porém, serviu de teste real: o #81 largou em sétimo, superou o pelotão e ainda duelou com George Russell e Charles Leclerc antes de terminar em terceiro. O comportamento irregular entre sábado e domingo reforça que há margem de evolução, mas também evidencia competitividade renovada — ponto que o site oficial da Fórmula 1 vem monitorando de perto.
“Acho que sim. Vamos precisar ver o que eles vão trazer, porque não trouxeram muito neste fim de semana e ainda assim foram, na classificação e na corrida principal, provavelmente iguais ou até um pouco mais rápidos em uma volta.”
Mercedes no radar e cautela interna
Piastri reconhece que a Mercedes ainda não mostrou todas as cartas, mas acredita que os ingleses já reduziram a lacuna vista em 2025. O MCL40, descrito pelo próprio piloto como “praticamente um carro novo”, parece traduzir melhor os dados de túnel de vento e simulação — gargalo que afeta metade do grid.
Mesmo celebrando a dobradinha histórica na Sprint, o australiano adota prudência: entender o comportamento do pacote em circuitos de alta, média e baixa velocidade será decisivo para comprovar se a equipe pode, de fato, liderar o bloco intermediário ou ingressar na briga direta com os alemães.
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