Liam Lawson — O neozelandês ficou indignado ao receber, ainda na primeira volta do GP de Miami, a instrução de devolver posição a Max Verstappen depois de um toque na curva 11.
- Em resumo: Lawson se queixou do contato, mas foi obrigado pela equipe a deixar o holandês passar.
Rádio não exibido levanta suspeitas
Logo após a roda-com-roda, o rádio de Lawson não apareceu na transmissão oficial, o que aumentou a curiosidade sobre o diálogo interno. Minutos depois, seu engenheiro Alexandre Iliopoulos determinou a devolução da posição, ordem que o piloto classificou como “incompreensível”. A decisão reforçou as críticas ao estilo agressivo de Verstappen, frequentemente tema de debate no paddock, como já destacado em matérias da Fórmula 1.
Para Lawson, o toque partiu de uma tentativa arriscada do rival em um ponto estreito da pista. Mesmo assim, o piloto da Racing Bulls acatou a solicitação, temendo punições mais severas caso ignorasse o comando do pit wall.
“Eu não sei o que o Max estava fazendo ali, cara”, reclamou Lawson pelo rádio da Racing Bulls.
Abandono precoce e frustração ampliada
A corrida do neozelandês terminou na volta seis, quando uma falha no câmbio provocou novo contato, desta vez com Pierre Gasly. Lawson revelou que já lutava contra problemas de equilíbrio desde a largada e duvida de que conseguiria permanecer no top 10, embora acreditasse em pontos antes da quebra.
O episódio destacou, mais uma vez, como decisões estratégicas e interpretações de incidentes podem alterar o rumo de uma prova inteira, sobretudo quando envolvem um tricampeão mundial em plena disputa por mais vitórias.
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