Gustavo Cuéllar — recentemente o volante notificou o Grêmio cobrando US$ 3 milhões (R$ 15 milhões, na cotação atual) referentes ao acordo de rescisão. O jogador deixou o clube em fevereiro e ainda não recebeu os valores previstos no acerto.
- Em resumo: o estafe formalizou a cobrança após sucessivos atrasos nos pagamentos combinados com a diretoria do Grêmio.
Notificação formaliza cobrança depois de atrasos
O staff de Gustavo Cuéllar decidiu levar a cobrança ao âmbito judicial após o clube não iniciar os pagamentos dentro do cronograma previsto para 2026.
A situação aumentou a pressão nos bastidores do Grêmio, que reconhece o débito e busca negociar novos prazos para evitar uma disputa maior, inclusive na Fifa. Disputas contratuais do futebol brasileiro são frequentemente acompanhadas por veículos de referência, como a ge.globo.com.
No acordo firmado entre as partes, o Grêmio se comprometeu a quitar os valores da rescisão de maneira parcelada ao longo de 2026.
Passagem marcada por salário alto e problemas físicos
Contratado como reforço para o meio-campo, Cuéllar recebia um dos maiores vencimentos do elenco: R$ 1,2 milhão entre salário em carteira, direitos de imagem e bonificações.
O colombiano enfrentou sequência de problemas físicos e nunca conseguiu longa regularidade, o que, somado ao custo elevado, motivou a saída antecipada — ele tinha vínculo até o fim de 2026, mas deixou o clube antes do término.
Atualmente no Deportivo Cali, Cuéllar aguarda definição sobre o pagamento da rescisão, enquanto representantes do jogador e dirigentes gremistas tratam do caso diretamente.
O que você acha? A cobrança judicial vai pressionar o Grêmio a acelerar pagamentos ou haverá acordo antes de ações na Fifa? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria de esportes.
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