Grêmio — A permanência de Luís Castro no comando virou tema de debate interno após a sequência irregular da equipe; dirigentes já analisam alternativas imediatas e o nome de Roger Machado voltou ao radar recentemente.
- Em resumo: Direção avalia desempenho abaixo do esperado, discute troca e considera o custo da multa rescisória de R$ 18 milhões.
Bastidores aquecem: Roger Machado reaparece como opção
A pressão aumentou nos corredores do clube e conversas preliminares já foram iniciadas para sondar Roger Machado como possível substituto caso a diretoria decida por mudança no comando técnico. A relação do treinador com dirigentes é apontada como fator a favor.
O ambiente interno é descrito como de forte cobrança, com avaliação de que o time oscilou especialmente na Copa Sul-Americana. Para leitores que acompanham a cobertura do futebol nacional, há análises correlatas no ge.globo.com sobre o impacto de trocas técnicas em clubes grandes.
"A permanência de Luís Castro no comando do Grêmio passou a ser debatida internamente após a sequência irregular da equipe na temporada."
Custos e impacto técnico: multa e salário no centro da decisão
Luís Castro tem contrato até dezembro de 2027 e a retirada antecipada envolveria multa rescisória de R$ 18 milhões — um peso financeiro que influencia a tomada de decisão da direção.
O treinador recebe atualmente salário na casa de R$ 1,5 milhão mensais, incluindo vencimentos da comissão técnica, o que aumenta a pressão por resultados imediatos e força a diretoria a ponderar risco e benefício antes de qualquer mudança.
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