Ceará — o clube divulgou nota oficial nesta quinta-feira, 25, para condenar atos criminosos contra o presidente João Paulo Silva e seus familiares, incluindo o envio de uma bomba endereçada à filha do dirigente, episódio que mobilizou autoridades de segurança.
- Em resumo: Clube repudia ameaças, a Draco abriu inquérito e a diretoria exige punição dos responsáveis.
Diretoria condena violência e cobra investigação
A nota do Ceará reforça que críticas fazem parte do futebol, mas que ameaças e atos criminosos não podem ser normalizados nem justificados pela rivalidade esportiva.
O caso está sendo apurado pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), que instaurou inquérito para identificar os responsáveis e tomar providências.
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“O Ceará Sporting Club repudia atos criminosos cometidos contra o presidente João Paulo Silva e seus familiares nesta quinta-feira (25 de junho). Diante dos graves episódios, entre os quais o envio de uma bomba endereçada à filha do dirigente alvinegro, o Clube e o presidente repudiam de forma veemente qualquer manifestação de violência, ameaça ou intimidação, independentemente de sua motivação”, afirmou o comunicado.
Presidente mantém funções e foco no planejamento
Apesar da gravidade do episódio, o clube informou que João Paulo Silva segue à frente da gestão em Porangabuçu, dedicado ao trabalho diário e ao planejamento esportivo da temporada.
O comunicado também lembra que não é a primeira vez que o presidente e seus familiares sofrem ações criminosas, o que acentua a preocupação da diretoria com a segurança.
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