Botafogo — A rescisão contratual do goleiro Neto gera um alívio financeiro imediato para o clube: ao romper o vínculo, o Glorioso deixa de arcar com um dos maiores salários do elenco e ganha margem para reorganizar as contas.
- Em resumo: Saída de Neto elimina um compromisso mensal de R$ 1,2 milhão e representa economia de R$ 21,6 milhões até julho de 2027.
Alívio na folha, impacto no planejamento
A eliminação do salário de Neto reduz um custo fixo relevante e abre espaço no orçamento do Botafogo para ajustar o planejamento financeiro.
Embora o acordo tenha previsto pagamento de eventuais verbas rescisórias, a economia apontada pela diretoria deixa o clube com mais fôlego para reequilibrar despesas.
Para entender o contexto do mercado e das folhas salariais no futebol brasileiro, consulte a cobertura do ge.globo.com.
A rescisão contratual do goleiro Neto representa mais do que o fim da passagem do jogador pelo Botafogo.
Passagem abaixo do esperado e limitações esportivas
Neto, de 36 anos, havia sido contratado como referência técnica e de liderança, mas disputou apenas 22 partidas pelo clube e enfrentou atuações irregulares e desgaste com parte da torcida.
Em setembro de 2025, sofreu ruptura no músculo retofemoral da coxa direita; após o retorno, voltou a oscilar e fez sua última partida em 30 de maio, quando foi expulso na derrota por 2 a 1 para o Bahia, pelo Campeonato Brasileiro.
Mesmo com a folga financeira, o Botafogo segue impedido de registrar novos jogadores devido a sanções de transfer ban. Assim, o técnico Franclim Carvalho continuará contando com Raúl Steffens e Léo Linck, além do jovem Christian Loor, enquanto o clube trabalha para normalizar sua situação no mercado.
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