Emerson Royal e o Flamengo — A ida do pai e agente do lateral a Portugal reacende o debate sobre uma possível venda na atual janela e coloca o Rubro-Negro diante da escolha entre manter o titular ou avaliar uma oferta elevada.
- Em resumo: Estafe em Portugal enquanto o Flamengo disputa o Torneio do Algarve; clube só abriria mão por proposta significativamente superior.
Estafe acompanha de perto e mercado europeu monitora
O pai e empresário de Emerson Royal, Emerson Zulu, viajou a Portugal para acompanhar o defensor durante a participação do Flamengo no Torneio do Algarve. Agente licenciado pela FIFA e CEO da Strategic Sports, ele segue a situação do atleta no continente.
O mercado europeu voltou a monitorar o jogador após o Flamengo ter rejeitado uma proposta de 9 milhões de euros (R$ 52,9 milhões, na cotação atual) apresentada pelo Aston Villa, o que mantém o tema em evidência.
Contratado em 2025 junto ao Milan por 9 milhões de euros (R$ 58 milhões, à época), Emerson Royal tem contrato com o Flamengo até dezembro de 2028.
Clube mantém postura firme e comissão técnica preocupa-se
Oficialmente, o Flamengo evita fixar um preço, mas nos bastidores dirigentes admitem que propostas superiores a 15 milhões de euros (R$ 88,1 milhões) poderão ser levadas à mesa para análise.
O técnico Leonardo Jardim considera Emerson Royal uma peça importante no sistema defensivo, o que torna a reposição um desafio esportivo e financeiro para o clube.
Nesta perspectiva, a presença do agente em Portugal ganha peso justamente porque "Neste sábado, 11, contra o Benfica, no Estádio Intermunicipal Faro/Loulé, o lateral-direito será titular", oferecendo nova visibilidade ao jogador. Para contexto sobre movimentações de mercado e cobertura, veja o acompanhamento do ge.globo.com.
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