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Alcione ovacionada aos 78 em show de Diogo Nogueira
Vivo Rio, Rio de Janeiro – Na noite de 1º de março de 2026, Alcione subiu ao palco da estreia nacional do show “Infinito samba”, de Diogo Nogueira, e foi ovacionada ao cantar “Sufoco” ao lado do anfitrião, em momento que reforça a longevidade e o peso simbólico da cantora para o samba contemporâneo. Transmissão: Globo.
- Em resumo: Aos 78 anos, Alcione mostrou voz firme e fôlego ao participar da estreia de Diogo Nogueira e, depois, marcou presença na roda Sambay, dedicada à comunidade LGBTQIA+.
Por que a aparição teve impacto imediato
A presença de Alcione no Vivo Rio não foi apenas uma participação musical: serviu como lembrete da relevância pública de uma artista cuja carreira atravessa décadas.
Convidada por Diogo Nogueira, ela interpretou “Sufoco” (Chico da Silva, 1977) e recebeu calorosa reação do público, reforçando que a artista permanece como referência do gênero. Veja a cobertura da Globo sobre o evento: cobertura da Globo.
“Sim, Alcione é ‘uma das maiores cantores do mundo’, como saudou Diogo Nogueira ontem à noite no palco da casa Vivo Rio.”
Contexto: carreira, legado e conexões com a cena
Alcione, que teve o primeiro álbum lançado em 1975 com o rótulo “a voz do samba”, já transcendeu debates de gosto: sua voz e presença tornaram-se uma entidade simbólica do samba.
Na formação histórica do gênero, ela é hoje a mais longeva da tríade que marcou os anos 1970 — Clara Nunes (1942–1983) e Beth Carvalho (1946–2019) saíram de cena precocemente em relação à trajetória da Marrom.

A participação dela no Sambay — a primeira roda de samba voltada ao público LGBTQIA+ no Rio de Janeiro — também sublinha a relação íntima da cantora com a comunidade que a celebra há décadas e a tradição das transformistas que a imitam.
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Crédito da imagem: Divulgação
