Brian Rodríguez — O atacante do América do México chegou ao radar do Cruzeiro nos últimos dias através de um oferecimento do seu estafe, e o clube mineiro analisa se há espaço financeiro e técnico para avançar com a negociação.
- Em resumo: América do México exige US$ 10 milhões; o Cruzeiro avalia parcelamentos, metas esportivas e contrapartida técnica para reduzir o impacto.
América mantém exigência e Cruzeiro pondera alternativas
O interesse partiu do estafe de Brian Rodríguez, que busca opções no mercado sul-americano e europeu após a disputa da Copa do Mundo. Internamente, o Cruzeiro considerou os valores pedidos pelo clube mexicano acima da realidade financeira do futebol brasileiro.
A SAF do Cruzeiro, segundo apurado, trabalha com possibilidades de composição financeira, incluindo parcelamentos e metas esportivas, além de não descartar uma contrapartida técnica para reduzir o custo da operação. As negociações de transferências seguem regras e prazos internacionais, como apontam as normas de transferências da FIFA.
"O clube mexicano pede, no mínimo, US$ 10 milhões (R$ 48,9 milhões na cotação atual) para iniciar tratativas oficiais."
Contrato longo e números salariais reforçam posição do América
O vínculo de Brian Rodríguez com o América do México vai até junho de 2027, o que dá segurança ao clube mexicano para sustentar uma pedida mais alta. A multa rescisória é superior a US$ 25 milhões, mas cai para US$ 15 milhões a partir de junho de 2026.
Além do valor de transferência, o Cruzeiro avalia o custo salarial: atualmente o jogador recebe cerca de US$ 120 mil mensais (R$ 607 mil). Desde sua chegada ao América em 2022, Rodríguez disputou 149 partidas, marcou 38 gols e distribuiu 26 assistências — números citados pela reportagem como base da avaliação do clube.
Dentro do clube há o entendimento de que a chegada do atacante elevaria o nível técnico do elenco, especialmente pelas características ofensivas nas pontas, mas há cautela para não comprometer o planejamento orçamentário.
O que você acha? O Cruzeiro deve seguir tentando reduzir a pedida do América do México ou priorizar reforços mais acessíveis? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria de esportes.
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