Mirra Andreeva — Recém-saída da decisão do Mutua Madrid Open, a russa reconheceu que a queda diante de Marta Kostyuk pesa mais do que qualquer aprendizado imediato.
- Em resumo: Andreeva definiu a derrota como “o fim do mundo”, mas promete reagir e ainda lutar nas duplas.
Dor que ecoa após a final
Minutos depois de ver o título escapar, a jovem não escondeu o abatimento. Para ela, sorrir depois de uma derrota ainda é algo distante, ao contrário do que observa em colegas do circuito. Em entrevista reproduzida por veículos como a ESPN Brasil, a tenista revelou a intensidade emocional que cada revés provoca.
Mesmo assim, Andreeva projeta usar a experiência das últimas duas semanas na capital espanhola como combustível para evoluir, sobretudo no aspecto mental.
“Cada vez que perco sinto que é o fim do mundo. Vejo outros jogadores a sorrir depois de perderem e não entendo. Gostava de o conseguir fazer. Para mim, cada derrota é muito dolorosa. Espero poder melhorar no futuro e gerir melhor estes momentos”.
Planos imediatos e lições tiradas
A russa classificou o sábado como “um dia duro”, mas frisou que, ao conversar com a equipe, encontrará pontos positivos em sua campanha. Segundo ela, o desgaste foi grande, mas o balanço geral das duas últimas semanas segue positivo.
O torneio, aliás, ainda não terminou para Andreeva: no domingo, ela retorna à quadra para tentar encerrar a participação em Madrid com uma boa apresentação nas duplas.
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