Angélica relembra trauma familiar que impulsionou carreira
Angélica relembra trauma familiar que impulsionou carreira – Ao completar 52 anos, a apresentadora contou que o dia em que seu pai, Franscisco Ksyvicks, foi baleado alterou para sempre seus rumos profissionais e pessoais.
O incidente, que ocorreu quando ela tinha 15 anos, funcionou como um “despertador” emocional. A artista diz ter decidido trabalhar ainda mais para ajudar a família durante a recuperação do pai, consolidando-se como um dos rostos mais populares da televisão nacional.
O disparo que mudou tudo
Segundo Angélica, o pai foi atingido ao tentar reagir a um assalto, episódio que lhe deixou internado por semanas. Durante esse período, a jovem apresentadora de “Clube da Criança”, na extinta Rede Manchete, passou a assumir compromissos extras para contribuir com as despesas médicas.
O relato confirma dados do Atlas da Violência, que apontam arma de fogo como causa de 77% das mortes violentas no Brasil, revelando o impacto de crimes armados em milhões de famílias.
Resiliência e ascensão meteórica
Motivada pelo susto, Angélica aceitou novos projetos, gravou discos e ingressou na Rede Globo em 1996. Seu carisma garantiu programas de sucesso como “Caça Talentos” e “Estrelas”.
A experiência traumática também redefiniu seu engajamento em causas sociais: desde 2000, ela participa de campanhas sobre desarmamento e apoio a vítimas de violência urbana, ampliando seu papel além das câmeras.

Hoje, mãe de três filhos e casada com o apresentador Luciano Huck, Angélica afirma que o episódio do pai ensinou “coragem e empatia”, valores que segue transmitindo ao público.
No universo pop brasileiro, poucas trajetórias misturam superação e longevidade como a da apresentadora. Para acompanhar outras histórias de artistas e bastidores, acesse nossa editoria Pop.
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