MADRID, ESPANHA - Em 22 de abril, o jovem Rafa Jódar garantiu vitória sobre Jesper de Jong, mas foi o antivibrador com as iniciais de Novak Djokovic em sua raquete que dominou as conversas pós-jogo, expondo como referências a ídolos podem virar estratégia de imagem em plena quadra.
- Em resumo: Peça com “ND” na raquete de Jódar surpreende torcida e levanta debate sobre influência de astros no circuito.
Por que o detalhe causou tanto burburinho
No nível profissional, cada acessório carrega peso simbólico. Utilizar um antivibrador ligado a outro atleta – ainda mais a Novak Djokovic, dono de 24 títulos de Grand Slam segundo a ATP Tour – quebra o protocolo não escrito de neutralidade de marcas e inspirações.
Para analistas de marketing esportivo, o movimento sugere identificação pública de Jódar com o sérvio, algo que pode atrair patrocinadores, mas também pressionar o espanhol a corresponder às expectativas do gesto.
“Rafael Jódar plays with a Novak Djokovic’s anti vibration dampener.” – tweet do jornalista José Morgado, 22.abr.2026.
Contexto: idolatria ou estratégia de mercado?
Em pesquisas da consultoria GlobalData, 62 % dos fãs de tênis declaram atenção redobrada a equipamentos personalizados. O item usado por Jódar reforça essa tendência e aproxima-o da legião de admiradores de Djokovic, hoje o atleta mais seguido do circuito fora das redes de Federer e Nadal.
Historiadores do esporte lembram que atos semelhantes já ocorreram: em 1990, jovens promessas usavam faixas de cabelo no estilo Agassi para chamar atenção. Agora, antivibradores se tornam o novo “cartão-de-visita” midiático.
E você, acredita que gestos como esse fortalecem a carreira ou distraem o atleta? Para acompanhar outras histórias do mundo das raquetes, visite nossa editoria de Esporte.
Crédito da imagem: Divulgação