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Aos 70, Marina Lima surpreende com reggaeton no single ‘Olívia’
Rio de Janeiro (RJ) – O retorno de Marina Lima às pistas se materializa com “Olívia”, single liberado nesta terça-feira, 27 de janeiro, que antecipa o 18º álbum da artista, “Ópera Grunkie”, programado para 24 de março.
- Em resumo: Marina abraça o reggaeton pela primeira vez e sinaliza nova fase em plena maturidade artística.
Reggaeton marca virada inesperada
Com base pulsante produzida por Arthur Kunz e Renato Gonçalves, a faixa quebra um tabu de quase 50 anos de discografia dominada por pop-rock e MPB. A escolha ecoa o crescimento de ritmos latinos no streaming, que avançou 26% no Brasil em 2025, segundo levantamento do IBGE.
Pela narrativa, “Olívia” retrata uma festa noturna regada a diálogos de Pablo Morais e Fabiana Kherlakian. A inspiração veio de um post sobre uma macaca que tirava a roupa ao ser contrariada, ponto de partida que Marina transformou em personagem intrigante.
“Diferente de tudo o que Marina Lima já apresentou desde 1978, o single ‘Olívia’ reitera que o tempo da artista é hoje.”
Por que a idade virou combustível criativo
Aos 70 anos, Marina não apenas desafia estereótipos etários como também se coloca em diálogo direto com pistas de dança dominadas por artistas até quatro décadas mais jovens. Segundo o IBGE, apenas 14% dos brasileiros acima de 65 anos permanecem profissionalmente ativos, o que amplia o peso de sua permanência na indústria.

No estúdio, ela assina voz, programação, teclados e samplers, enquanto Kunz costura beats que ocasionalmente remetem à sonoridade de “Pierrot” (1998). Ainda assim, a cantora evita nostalgia: o objetivo declarado é soar “contemporânea e dançante” no lançamento do próximo álbum.
O que você acha? Marina Lima acertou ao adotar o reggaeton ou deveria manter a sonoridade clássica? Para mais novidades sobre música pop, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação
