- Descoberta de ‘petróleo’ em poço raso no CE faz ANP isolar área
- Dia de São José marca anúncio de mega pacote agrícola no Ceará
- ISGH abre 20 vagas de saúde em Fortaleza com salários de R$11 mil
- Frango a preço de feira: Super Quinta do Descontaço agita 19/3
- Magistrado cearense avança ao CNJ e aguarda aval do Senado
Após 13 carnavais, Monobloco lança ‘Mar de Aragão’ para a folia
Rio de Janeiro (RJ) – O Monobloco chega ao Carnaval de 2026 com um álbum inteiro dedicado a Jorge Aragão e um desfile marcado para o Circuito Preta Gil, no Centro, no domingo pós-folia, 22 de fevereiro. Disponível nos serviços de áudio desde 6 de fevereiro pela Aragão Music, “Mar de Aragão – Monobloco canta Jorge Aragão” é o primeiro disco do coletivo desde “Arrastão da alegria” (2013) e foi produzido pelo percussionista Marcos Suzano.
- Em resumo: O coletivo resgata sambas pouco conhecidos e aposta em um repertório festivo preparado para rua, reforçando sua presença na cena carioca desde 2000.
Entenda o recorte: por que Jorge Aragão?
O disco privilegia o lado foliã da obra de Jorge Aragão, selecionando temas que funcionam na rua — de clássicos a pérolas menos lembradas, como “Sem perdão” (1981) e “A festa é da massa” (1982).
Os líderes do Monobloco, Celso Alvim e Pedro Luís, contam com participações e vozes internas do coletivo: Pedro Luís abre o álbum em “Toca esse tambor” (2024) e Ana Costa interpreta o samba-título composto por Claudio Jorge e Marcelinho Moreira, que também contribui vocalmente.
Para contextualizar a importância do autor, veja o perfil do compositor no Itaú Cultural, que destaca sua influência no pagode e no samba carioca desde os anos 1970.
É nessa onda que o Monobloco promove um arrastão de alegria ao cantar Jorge Aragão em álbum moldado para a folia, mas bom o suficiente para sobreviver além do Carnaval.
Impacto e aposta sonora
Produzido com o paredão percussivo característico do bloco e adornado por sopros, o álbum busca traduzir a energia do bloco em estúdio: missão difícil, mas com resultados vibrantes em faixas que ganham cadências diversas, do ijexá ao funk-samba.

Ao ignorar deliberadamente os sambas mais melancólicos do repertório de Aragão, o Monobloco firma um recorte que valoriza a festa e amplia a presença do compositor nas ruas do Carnaval.
O que você acha? Este disco pode virar trilha de bloco na sua cidade? Para mais detalhes, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação
