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Após anos sob holofotes, Bruna Marquezine revela “antídoto” contra dependência emocional
RIO DE JANEIRO/RJ – Na entrevista mais comentada da semana, Bruna Marquezine detalhou como transformou o fim de relacionamentos midiáticos em um manifesto de amor-próprio, um recado direto a quem sente que “não sabe viver sem o outro”.
- Em resumo: Atriz defende terapia, autoconhecimento e rede de apoio como chaves para quebrar ciclos de apego tóxico.
Por que o assunto importa agora
Números do IBGE apontam que, em 2022, três em cada dez casamentos brasileiros terminaram em divórcio, cenário que acende o alerta para relações mal resolvidas e dependência afetiva.
Nesse contexto, a fala de Marquezine funciona como termômetro cultural: quando uma figura pública admite fragilidades e relata superação, cria-se efeito espelho em milhões de seguidores.
“Entendi que amor romântico não pode ser desculpa para me abandonar. Eu sou meu próprio lar”, destacou a atriz.
Do choque público à reconstrução privada
Desde os 15 anos, Bruna teve cada namoro dissecado pelas redes. Ela relata que, à medida que a exposição crescia, a linha entre a pessoa e a personagem ficava turva. O rompimento mais ruidoso, em 2018, levou-a a buscar terapia semanal e períodos off-line.
Psicólogos definem dependência emocional como padrão em que o bem-estar próprio depende da validação do parceiro. Entre os sinais estão ciúme constante, medo de abandono e dificuldade de dizer “não”. O Manual MSD classifica o quadro como disparador de ansiedade e depressão.
No relato, Marquezine diz ter criado rituais diários – meditação, leitura e prática de exercícios – para reforçar identidade fora do vínculo amoroso. A atriz também menciona a importância de amigos que “lembram quem você era antes de tudo”.

Impacto para além da fama
Especialistas ouvidos pela reportagem explicam que depoimentos como o de Bruna ajudam a reduzir o estigma em buscar ajuda profissional. Pesquisa de 2021 da Universidade de Brasília mostrou aumento de 28% na procura por psicoterapia depois que celebridades passaram a falar abertamente de saúde mental.
Enquanto nas telas Marquezine vive heroínas, fora delas o discurso é pé-no-chão: “Não existe vilão quando a gente ainda não aprendeu a se priorizar”. A atriz prepara livro de memórias curtas sobre autoconhecimento, previsto para 2024.
O que você acha? A fala de Bruna incentiva você a rever seus relacionamentos? Para mais histórias sobre cultura pop, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação
