Melqui Galvão — Preso em Manaus na última terça-feira (28), o treinador de jiu-jitsu soltou a primeira nota de defesa no sábado (2), negando os crimes sexuais que motivaram a investigação e prometendo total cooperação com as autoridades.
- Em resumo: defesa afirma que o técnico “confia na Justiça” e segue à disposição da polícia.
Nota oficial contesta suspeitas de abuso
Assinada pelo advogado Átila Machado, a declaração sustenta que Galvão está colaborando com cada etapa do inquérito aberto pela 8ª Delegacia de Defesa da Mulher. Em contato divulgado por matéria da ESPN Brasil, o representante jurídico diz ver inconsistências nos relatos que ganharam repercussão nacional.
O caso veio à tona após uma atleta de 17 anos acusar o treinador de estupro de vulnerável durante viagem internacional de competição. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo identificou outras duas possíveis vítimas, uma delas teria sofrido agressão quando tinha 12 anos.
“A defesa reitera que Melquisedeque Galvão permanece à disposição das autoridades competentes. Confia no regular funcionamento das instituições e aguarda a completa elucidação dos fatos”.
Carreira esportiva e serviço público na mira
Além do processo criminal, Galvão, 47, enfrenta procedimento administrativo interno. Policial civil no Amazonas, ele teve as funções suspensas enquanto peritos analisam áudios e mensagens entregues por familiares das denunciantes.
No tatame, o técnico ganhou destaque ao formar atletas de elite do jiu-jitsu. A defesa reforça esse “histórico funcional positivo”, citando anos dedicados a programas de capacitação e defesa pessoal, agora postos sob escrutínio jurídico.
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