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Banabuiú: Casa que atendeu 100+ crianças com TEA começa a operar
Banabuiú (CE) – O município passou a oferecer atendimento multiprofissional para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) por meio da Casa Viver com Cor, que já atendeu mais de 100 crianças na primeira semana e promete reduzir a espera por diagnósticos e terapias na cidade.
- Em resumo: Mais de 100 crianças já foram atendidas; atendimento inclui psiquiatra, neuropediatra, psicologia, terapia ocupacional, psicopedagogia, assistência social e nutrição.
Como funcionam os atendimentos e a frequência
A Casa Viver com Cor reúne uma equipe multiprofissional para acompanhamento do neurodesenvolvimento das crianças. As consultas com psiquiatra ocorrem duas vezes por mês; o neuropediatra atende a cada 30 dias; psicólogos fazem atendimentos diários.
A expectativa é oferecer cerca de 50 atendimentos psicológicos gratuitos por semana, ampliando o acesso a intervenções que muitas famílias buscavam fora do município.
Essa estratégia local segue a orientação de políticas de saúde para diagnóstico precoce e intervenção multidisciplinar, conforme apontam órgãos de referência em saúde infantil, como o WHO sobre transtornos do espectro autista.
“É um serviço muito importante com foco na atenção do cuidado, nossa equipe de profissionais foca no neurodesenvolvimento. Isso gera a oportunidade para as crianças terem acesso a determinados atendimentos que são de necessidade, bem como uma equipe preparada para observar e trazer o primeiro diagnóstico”, explica Fernanda Araújo, psicóloga e coordenadora da Casa Viver com Cor.
Contexto e impacto local
A iniciativa era uma promessa de campanha do prefeito Marcílio Coelho e representa avanço na oferta de serviços de saúde mental infantojuvenil no município, diminuindo deslocamentos e custos para famílias que antes precisavam procurar atendimento em cidades vizinhas.

Especialistas destacam que centros com equipe integrada aumentam as chances de identificação precoce de necessidades e de encaminhamento para terapias adequadas, um ponto crucial considerando estimativas globais de prevalência do TEA e a necessidade de intervenções precoces.
O que você acha? A abertura de serviços como a Casa Viver com Cor pode mudar o acesso à saúde infantil em municípios pequenos? Para mais detalhes, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação
