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Bitcoin despenca a US$ 69,8 mil e acende alerta global
Nova York – Na manhã desta quinta-feira (5), o bitcoin furou a barreira psicológica dos US$ 70 mil, chegando a US$ 69.821,18 (R$ 367,8 mil) e marcando o nível mais baixo desde a eleição de Donald Trump, em novembro de 2024.
- Em resumo: Queda de 3,26% reacende debate sobre risco regulatório e fuga de capital de ativos digitais.
Por que a moeda virou tão rápido?
Analistas atribuem a derrocada a uma junção de fatores macroeconômicos e regulatórios. A aversão global ao risco voltou a crescer após a expectativa de juros mais altos nos EUA, enquanto o impasse em torno da Lei CLARITY — que definirá o tratamento legal das criptomoedas — segue travado no Senado. De acordo com dados da Febraban, ambientes de incerteza costumam reduzir a liquidez de ativos considerados voláteis.
Outro gatilho foi a correção nas big techs na bolsa de Nova York, que contaminou setores de tecnologia e, por tabela, o mercado cripto.
“Os avanços esperados em relação à lei não vieram”, observou James Butterfill, analista da CoinShares.
Efeito dominó: o que pode vir a seguir
A capitalização total do bitcoin caiu cerca de US$ 240 bilhões desde o pico histórico de US$ 126.251,31 registrado no ano passado, uma retração de quase 30 %. Para investidores, o patamar de US$ 68 mil é visto como suporte crítico; se perdido, analistas falam em teste na casa dos US$ 60 mil.

Em 2025, o Brasil registrou alta de 44 % nas transações cripto declaradas à Receita Federal, sinal de que o apetite doméstico segue forte. Mesmo assim, as regras locais também podem ficar mais duras com a implementação da Lei 14.478/22, que passa a exigir registro das exchanges no Banco Central.
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Crédito da imagem: Dado Ruvic / Reuters
