Gabriel Bortoleto — Na sprint do GP de Miami, realizada no sábado (2), o brasileiro comemorou o salto de desempenho da Audi no momento da luz verde, mas ressaltou que a equipe ainda não atingiu o nível desejado.
- Em resumo: Melhora de largada não bastou; Bortoleto fechou a sprint em 11º.
Arranque ganhou fôlego, mas meta plena ainda distante
Bortoleto partiu da 11ª posição, sozinho na fila após problemas que tiraram Nico Hülkenberg do grid, e chegou a ganhar a décima colocação sobre Isack Hadjar. O francês, porém, reagiu poucas curvas depois, devolvendo o brasileiro ao ponto de partida.
Apesar do resultado, o piloto identificou avanço inequívoco no procedimento de largada, comparando o desempenho atual com etapas anteriores. Segundo o resultado oficial da sprint publicado pela Fórmula 1, a Audi manteve ritmo estável ao longo das voltas, mas sem fôlego para brigar pelo top-10.
“A largada foi um progresso, nós estamos um pouquinho melhor, mas ainda assim não estamos dos melhores. Falta ali, pelo menos... vai, melhoramos 70%, falta ainda 30% para dar o arranque final e manter com os outros carros.”
Ausência de Hülkenberg expôs limite do carro
Sem o apoio do companheiro, a equipe alemã concentrou todas as atenções no carro #R26 de Bortoleto. O 11º lugar repetiu a posição de largada e evidenciou que o acerto ainda carece de refinamentos para sustentar ultrapassagens nas primeiras voltas.
Historicamente, estreantes encontram em Miami uma pista exigente para tração e temperatura de pneus. Embora o progresso na partida seja um sinal positivo, a Audi precisa transformar o “mais 30%” em performance constante se almeja pontos regulares na temporada.
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