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‘Carteiro morre’: frase de Zeca Pagodinho expõe risco silencioso
RIO DE JANEIRO – Durante entrevista recente, Zeca Pagodinho, 67 anos, ironizou a prática de exercícios com a máxima “Se andar fosse bom, carteiro não morria”. O comentário viralizou e levou especialistas a reforçarem o alerta sobre os perigos do sedentarismo para quem já ultrapassou os 60.
- Em resumo: Descaso com atividade física na 3ª idade eleva risco de doenças que podem ser fatais.
Por que a frase preocupa médicos
Ortopedistas e geriatras ouvidos pelo Terra lembram que a falta de movimento acelera perdas de massa muscular, favorece quedas e agrava problemas cardiovasculares. Dados do IBGE indicam que apenas 28% dos brasileiros acima de 60 praticam o mínimo de 150 minutos semanais de atividade recomendada pela OMS.
No público masculino, complicações como diabetes tipo 2 e hipertensão respondem por até 35% das internações nessa faixa etária, apontam levantamentos do Ministério da Saúde.
“Sedentarismo é fator de risco comparável ao tabagismo”, advertiu a geriatra Flávia Jansen, destacando que caminhar diariamente pode reduzir em 30% a mortalidade entre idosos.
Consequências que vão além da saúde física
O impacto não se limita ao corpo. Estudos da Fiocruz mostram correlação entre inatividade e sintomas de depressão, condição que já afeta quase 15% dos brasileiros mais velhos. “Manter-se ativo melhora humor, sono e autonomia na rotina”, reforçou a fisioterapeuta Daniela Rios.

Soluções simples – como trocas curtas de elevador por escada ou sessões de alongamento entre programas de TV – são capazes de reverter parcialmente a perda de massa muscular (sarcopenia) em poucas semanas, segundo a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia.
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Crédito da imagem: Divulgação
