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Chefe que fazia equipe chorar quase todo dia: como reagir
Reino Unido – Relatos de funcionárias de uma pequena agência de relações públicas expõem como uma gerente tóxica estabelecia padrões irreais, humilhava a equipe em público e provocava choro quase diário entre colegas, com impacto direto na saúde mental e na rotatividade. Transmissão: Record.
- Em resumo: uma líder que insultava publicamente e isolava subordinadas gerou adoecimento, demissões e medo entre a equipe.
Entenda a dinâmica que transforma chefe ruim em tóxico
Maya, Josie e Hannah (nomes fictícios usados na apuração) descrevem padrões recorrentes: repreensões públicas, comentários ofensivos como “você é burro?” e ações deliberadas de exclusão. A diferença entre um “chefe acidental” e um chefe tóxico, diz Ann Francke, está na intenção e na empatia — enquanto o primeiro erra por inexperiência, o segundo “deliberadamente não demonstra empatia”.
Comportamentos assim não são apenas desconfortáveis: afetam produtividade e saúde. Segundo a Organização Mundial da Saúde, problemas de saúde mental no trabalho geram perdas bilionárias em produtividade global, além de aumentar licenças e afastamentos.
“todos os meus colegas choravam quase diariamente”
Contexto e impacto — o que fazer na prática
Pesquisas citadas no caso indicam que uma em cada três pessoas já pediu demissão por causa de ambientes tóxicos. No curto prazo, o comportamento do gestor gera ansiedade, medo de falar em reuniões e adoecimento. No longo prazo, produz rotatividade e danos reputacionais à empresa.

Especialistas recomendam passos práticos: buscar um mentor fora da linha direta, documentar episódios com datas e exemplos concretos, marcar uma conversa formal com o gestor ou, se houver apoio confiável, acionar o RH. Quando houver risco de abuso ou repercussão reputacional, a denúncia formal pode ser necessária — apesar do receio de retaliação.
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Crédito da imagem: Getty Images via BBC
