Cillian Murphy vivia de 1 amêndoa por dia para filmar Oppenheimer
Londres – Para incorporar J. Robert Oppenheimer, o físico apelidado de “pai da bomba atômica”, Cillian Murphy submeteu-se a uma rotina alimentar tão severa que, segundo colegas de elenco, “ele só comia uma amêndoa por dia”. A estratégia o deixou “muito magro”, mas também reforçou o debate sobre os limites da preparação de atores para papéis exigentes.
- Em resumo: Murphy reduziu a dieta a praticamente uma amêndoa diária para atingir o físico do cientista retratado no longa premiado com o Oscar.
O sacrifício extremo nos bastidores
A revelação veio de Emily Blunt, colega de elenco, que afirmou que o irlandês de 48 anos “quase sumiu” durante as filmagens. A decisão, relata a imprensa britânica, partiu do próprio ator, que preferiu não divulgar exatamente quanto peso perdeu.
O método contraria as recomendações da Organização Mundial da Saúde, que alerta para os riscos de dietas com menos de 1.200 kcal diárias sem supervisão clínica.
“Ele estava tão magro que parecia atravessar paredes”, descreveu Blunt em entrevista ao podcast Table Manners.
Consequências para a saúde e comparações de Hollywood
Especialistas em nutrição apontam que dietas radicais podem provocar perda de massa muscular, queda de imunidade e lentidão cognitiva. Dados do NHS, serviço de saúde do Reino Unido, mostram aumento de 18% nas internações por distúrbios alimentares na última década.

Murphy não é o primeiro a adotar medidas drásticas: Christian Bale perdeu 28 kg para “O Operário” (2004) e Renée Zellweger ganhou 14 kg para “O Diário de Bridget Jones” (2001). A diferença, reforçam médicos, é a necessidade de acompanhamento constante para evitar sequelas permanentes.
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Crédito da imagem: Divulgação
