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Condenados a 294 anos por massacre em posto de Fortaleza em 2022
Fortaleza/CE – Na sexta (13), a 4ª Vara do Júri da Comarca de Fortaleza condenou três homens a penas que totalizam 294 anos de prisão pela morte de três pessoas no posto de saúde Edmar Fujita, no Bairro Dias Macêdo, durante ataque ocorrido em 18 de maio de 2022. A decisão segue a conclusão de um julgamento de 16 horas.
- Em resumo: Três mortos, quatro feridos e três réus sentenciados por homicídios consumados, tentativa de homicídio e associação criminosa; um deles também foi condenado por tráfico.
Entenda a dinâmica do ataque
Segundo o processo, os criminosos invadiram a unidade e atiraram contra dois homens que aguardavam atendimento usando tornozeleiras eletrônicas.
Além dos dois alvos, os disparos mataram o mestre de obras Francisco Regino Alves Nascimento, 58 anos, que estava na fila para tomar uma vacina. Quatro pacientes foram baleados e sobreviveram.
Dados institucionais e análises setoriais mostram que episódios de violência em espaços públicos intensificam a sensação de insegurança entre usuários de serviços essenciais. Veja levantamento do Atlas da Violência (IPEA) sobre o impacto dos homicídios nas capitais brasileiras.
“Após 16 horas de sessão, sob a condução da 4ª Vara do Júri da Comarca de Fortaleza, a Justiça condenou os acusados do crime…”
Condenações e contexto
A Justiça aplicou as seguintes penas: Jairo Lima Rodrigues — 94 anos e seis meses (3 homicídios consumados, 1 tentativa de homicídio e associação criminosa); Jhonatan Alves Vieira — 97 anos e nove meses (mesmas acusações, mais condenação por tráfico); e Francisco Alef Ferreira da Silva — 92 anos e três meses (3 homicídios consumados, 1 tentativa e associação criminosa).

A Secretaria da Segurança informou que os dois homens com tornozeleira eletrônica haviam deixado a prisão 10 dias antes do ataque e tinham antecedentes por homicídio doloso, tráfico e roubos — informação que reforça questões sobre monitoramento e reinserção de egressos do sistema prisional.
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Crédito da imagem: Divulgação / Biana Alencar
