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Coronel leva tiro na virilha ao retirar arma em Quixadá, 3h50
Quixadá/CE – Na madrugada da última segunda-feira (30), um Coronel da Polícia Militar do Estado do Pará sofreu um disparo acidental na virilha ao tentar retirar a arma e o coldre da cintura, episódio que reacende o debate sobre manuseio seguro de pistolas entre agentes de segurança.
- Em resumo: tiro ocorreu às 3h50, vítima passou pela UPA de Quixadá e foi encaminhada ao Hospital Regional do Sertão Central, em Quixeramobim.
Segundos de descuido que viraram emergência
De acordo com a Polícia Militar cearense, o oficial manipulava o equipamento fora de serviço quando a pistola disparou. A ocorrência mobilizou equipes locais, enquanto dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que falhas humanas respondem por parte dos quase 2 mil acidentes anuais com armas de fogo no país.
Aos 3h50, o militar recebeu atendimento imediato na UPA de Quixadá. Em seguida, foi transferido de ambulância do SAMU a 42 km dali, onde cirurgiões vasculares de plantão avaliaram a lesão.
“O militar foi socorrido por volta de 3h50min até a UPA de Quixadá e em seguida transferido […] até o Hospital Regional do Sertão Central”, informou a corporação.
Por que disparos acidentais ainda são frequentes?
Especialistas lembram que o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/2003) exige treinamento periódico, mas estados adotam calendários distintos. Pesquisa do Atlas da Violência indica que, entre 2017 e 2021, 11% das internações por ferimentos de arma de fogo envolveram agentes ou profissionais que portavam pistolas em serviço ou fora dele.

A Polícia Militar não divulgou o estado de saúde atualizado do coronel, acompanhado pela esposa desde a transferência. Investigações internas devem apurar se houve falha de manutenção ou quebra de protocolo no momento do disparo.
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Crédito da imagem: Divulgação
