WASHINGTON, D.C. – No último sábado (25), o presidente do UFC, Dana White, presenciou um tiroteio durante o jantar de correspondentes com Donald Trump e descreveu o episódio como “louco e único”, minutos depois de um agente do Serviço Secreto ser atingido.
- Em resumo: Agente foi salvo pelo colete balístico; atirador foi detido e o megaevento “UFC Casa Branca”, marcado para 14 de junho, está mantido.
Tiroteio interrompe jantar, mas não muda planos do octógono
Testemunhas relataram múltiplos disparos na área externa do hotel onde o jantar acontecia. Segundo Trump na rede Truth Social, o suspeito foi imobilizado em segundos, evitando novas vítimas. De acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, situações envolvendo armas de fogo duram, em média, menos de cinco minutos quando há resposta especializada, tempo compatível com a ação do Serviço Secreto.
Ainda abalado, White afirmou que “absorveu cada minuto” da cena e, horas depois, confirmou que o card no gramado da residência oficial permanece inalterado.
“Foi muito incrível. Eu literalmente absorvi cada minuto disso. Foi uma experiência bem louca e única.” – Dana White, ao USA Today.
Por que o incidente não travou o UFC Casa Branca?
O Serviço Secreto de Washington reforçou protocolos após 2020, quando drones não tripulados geraram alertas na propriedade presidencial. Agora, a arena provisória do UFC contará com detectores de metal adicionais e perímetro reforçado.
Especialistas lembram que, desde 1950, apenas três eventos esportivos receberam aval para acontecer na Casa Branca. Manter o show, mesmo após tiros, sinaliza confiança mútua entre a organização de artes marciais e o governo norte-americano. Além disso, o combate principal entre Ilia Topuria e Justin Gaethje pode gerar PPV milionário; em 2023, confrontos similares somaram US$ 180 milhões em receita, segundo relatório financeiro da Endeavor.
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