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Desabafo de Zé Felipe: ‘Não forço fama às minhas filhas’
Goiânia/GO – Em entrevista recente, o cantor Zé Felipe revelou que não pretende incentivar a carreira artística das filhas, Maria Alice (2) e Maria Flor (1), ambas fruto da relação com a influenciadora Virginia Fonseca. Segundo ele, a experiência de crescer sob os holofotes o faz temer a pressão que a fama infantil pode exercer sobre as meninas.
- Em resumo: Artista afirma que o legado da família não justificará expor as filhas ao estrelato precoce.
Por que o cantor rejeita os holofotes infantis
Ao comentar o assunto, Zé Felipe destacou que cada passo das crianças será respeitado: “Quando crescerem, escolhem o que quiserem. Mas não vou empurrar nada”. O posicionamento vai ao encontro do Estatuto da Criança e do Adolescente, que reconhece o direito ao desenvolvimento sem exploração de imagem — veja texto completo no site oficial do ECA.
Especialistas em psicologia infantil alertam que a superexposição digital pode impactar autoestima e privacidade. Um relatório da UNICEF de 2022 mostra que 1 em cada 3 crianças brasileiras já teve sua imagem publicada nas redes antes dos cinco anos.
“Não quero que elas se sintam obrigadas a nada”, afirmou Zé Felipe.
Pressão familiar, mercado e cifras em jogo
Filho do sertanejo Leonardo, o cantor começou a cantar profissionalmente aos 16 anos. Hoje, viu seu clã expandir a audiência para mais de 40 milhões de seguidores somados apenas nos perfis de Virginia Fonseca, segundo levantamento do CrowdTangle. Ainda assim, o pai prefere limitar a exposição das filhas a participações esporádicas.

O posicionamento contrasta com o crescimento do chamado “kid fluencer marketing”. Estudo da consultoria KidsCorp aponta que o segmento movimentou US$ 1,4 bilhão no mundo em 2023, fazendo da privacidade infantil um tema cada vez mais debatido por legisladores e famílias de celebridades.
O que você acha? A decisão de Zé Felipe protege ou priva as crianças de oportunidades? Para mais análises sobre o universo pop, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação
