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Dólar cai a R$ 5,13; Tesouro tem superávit de R$ 86,9 bi
Brasília – Em transmissão pela Record às 10h20 (Brasília UTC-3), o dólar recuou 0,47%, cotado a R$ 5,1311, enquanto o Ibovespa avançou 0,39%, aos 192.235 pontos. O movimento reflete tanto notícias externas — como o discurso do presidente dos EUA e a expectativa por balanços de tecnologia — quanto dados das contas públicas brasileiras.
- Em resumo: dólar a R$ 5,1311 às 10h20; Tesouro registrou superávit primário de R$ 86,9 bilhões em janeiro, acima do esperado.
Entenda a dinâmica por trás da queda do dólar
O recuo da moeda americana ocorre em um dia em que investidores digerem o discurso do presidente Donald Trump no Congresso e se preparam para o balanço da Nvidia, além de acompanhar falas de diretores do Federal Reserve.
Movimentos como este costumam ser influenciados por política monetária, fluxos de capitais e confiança dos investidores; o próprio Banco Central explica como intervenções e expectativas externas afetam o câmbio.
“O Governo Central registrou superávit primário de R$ 86,9 bilhões em janeiro.”
Contexto e possíveis impactos para o bolso do brasileiro
O superávit de R$ 86,9 bilhões veio acima da expectativa de R$ 88,8 bilhões e foi favorecido por uma arrecadação recorde para janeiro na série da Receita Federal desde 1995. Ainda assim, o arcabouço fiscal permite exclusões e traz a projeção de um possível déficit de R$ 23,3 bilhões em 2026 no cálculo mais amplo.

Para quem importa ou planeja viagens, a queda do dólar alivia custos no curto prazo; para investidores, a alta do Ibovespa e o apetite por ações de tecnologia seguem sensíveis a resultados corporativos (Nvidia) e a sinais de política externa, como menções a tarifas e tensões geopolíticas.
O que você acha? A queda do dólar é sustentável diante das incertezas externas e das contas públicas? Para mais detalhes, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação
