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Equipe de Samira aciona polícia após ameaça de morte no BBB 26
Rio de Janeiro/RJ – A administração das redes sociais de Samira, participante do BBB 26, denunciou recentemente que a sister recebeu mensagens com ameaças de morte enquanto ainda está confinada nos Estúdios Globo. O caso foi tornado público em nota divulgada nos perfis oficiais da competidora, que avalia acionar a Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI).
- Em resumo: familiares e equipe jurídica coletam prints para uma queixa formal, citando risco real à integridade da sister.
Rede de ódio ultrapassa o limite
O alerta surgiu após a conta oficial de Samira identificar comentários que descreviam métodos de agressão e horários “para encontrá-la aqui fora”. As postagens violam o art. 147 do Código Penal, que enquadra ameaça com pena de um a seis meses de detenção ou multa.
De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, mais de 550 mil boletins de ocorrência por ameaça foram registrados em 2022, evidenciando o volume desse crime no país.
Dados do FBSP mostram que 62 % das vítimas de ameaça relataram conhecer o agressor, reforçando a importância de investigações rápidas.
Contexto e impacto para o reality
O BBB mantém contrato que prevê apoio psicológico aos participantes e acionamento imediato das autoridades em casos de risco externo. Em edições passadas, a emissora já precisou reforçar a segurança de famílias após episódios de hostilidade online.
Especialistas em direito digital lembram que plataformas como X (antigo Twitter) e Instagram são obrigadas, mediante ordem judicial, a fornecer IP e dados de usuários que cometem crimes de ameaça. A Polícia Civil costuma solicitar essas informações para chegar aos autores em até 72 horas.

Para além de Samira, episódios semelhantes atingiram figuras como Bruna Griphao e Arthur Aguiar em edições anteriores, mostrando que a cultura do cancelamento pode escalar para violência real.
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Crédito da imagem: Divulgação
