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EUA anunciam tarifa global de 10% — alerta para o Brasil
Estados Unidos – A partir desta terça-feira (24), as importações para os Estados Unidos passaram a sofrer uma tarifa adicional de 10%, segundo aviso da Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP). A mudança, decretada após decisão da Suprema Corte que derrubou tarifas anteriores, eleva a incerteza sobre acordos comerciais já firmados e pode repercutir na cadeia de exportação brasileira.
- Em resumo: Todas as importações não isentas serão cobradas com taxa extra de 10%, medida que já começou a vigorar à meia-noite.
Entenda a dinâmica
O anúncio da CBP confirma a taxa de 10% inicialmente mencionada pelo presidente Donald Trump em 20 de fevereiro de 2026, apesar de uma declaração posterior dele citando 15% em 21 de fevereiro.
O Financial Times relatou que um oficial da Casa Branca disse que o aumento para 15% poderia ser formalizado depois por meio de decreto, informação que a Reuters não confirmou de imediato. Para contexto sobre contas externas e políticas tarifárias, veja os dados do Banco Central.
“Exceto os produtos listados como isentos, as importações estarão sujeitas a uma tarifa adicional de 10%.”
Contexto e impacto
A medida foi tomada com base na chamada Seção 122 da legislação americana, que permite ao presidente impor tarifas por até 150 dias para enfrentar déficits externos “grandes e graves”. Na ordem, o governo cita um déficit anual em bens de US$ 1,2 trilhão e um déficit em conta corrente equivalente a 4% do PIB.

Trump advertiu em 23 de fevereiro que países que recuarem de acordos recentes com os EUA poderão ser alvo de tarifas ainda maiores, com apoio em outras leis comerciais. Japão, União Europeia e Reino Unido já pediram garantias sobre o tratamento de acordos existentes.
O que você acha? A nova tarifa americana pode pressionar preços e exportações brasileiras? Para mais análises, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Reuters
