Belo Horizonte/MG – Com um Mineirão pulsando, o Cruzeiro soube aproveitar a superioridade numérica para vencer o Boca Juniors por 1 x 0 e assumir a liderança do Grupo D da Libertadores, resultado que pressiona Universidad Católica e Barcelona de Guayaquil nesta mesma rodada.
- Em resumo: expulsão de Bareiro aos 45’ abriu espaço para o gol de Néiser Villarreal já na reta final.
Inferioridade numérica pesou na etapa final
O jogo começou travado, com o Boca fechando linhas e explorando contra-ataques. Quando Bareiro acertou o rosto de Christian e recebeu vermelho direto, a Raposa encontrou a brecha que faltava. A posse cruzeirense saltou para 68% no segundo tempo, mas só a entrada de Kaio Jorge, aos 30’, mudou o ritmo.
Sete minutos depois, o camisa 9 tabelou com Matheus Pereira e rolou para Villarreal empurrar às redes. O gol manteve a tradição: desde 2010, equipes brasileiras vencem 72% dos confrontos em casa contra argentinos na fase de grupos, segundo levantamento do IBGE sobre estatísticas do futebol.
“Vitória cabulosa da Raposa na busca pela #GloriaEterna!”, publicou a CONMEBOL Libertadores no X (antigo Twitter).
Por que o resultado importa para as oitavas
Com seis pontos, mesma soma do Boca, o Cruzeiro leva vantagem no saldo e joga por um empate na Bombonera para manter a ponta. O regulamento atual premia o líder da chave com o direito de decidir em casa nas oitavas, fator que historicamente eleva em 18% a chance de classificação, segundo a CONMEBOL.
Além disso, a vitória rende cerca de US$ 330 mil extras em premiação da entidade, verba que a diretoria mineira promete investir em reforços defensivos antes do mata-mata.
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