Fórmula 1 — No rastro do GP de Miami, os três primeiros colocados da prova avaliaram que as alterações técnicas para 2026 trouxeram alívio pontual no treino classificatório, mas deixaram intactos os desafios durante as corridas.
- Em resumo: Piastri, Antonelli e Norris veem “pequeno passo” no qualifying, porém mantêm críticas às disputas em alta velocidade.
Avanço limitado ao sábado
Oscar Piastri apontou que a redução no limite de recuperação de energia facilitou apenas a volta rápida decisiva. Segundo o australiano, o novo teto de harvest “ajudou um pouco” no cronômetro, mas está longe de solucionar o pacote completo. Seu diagnóstico foi endossado por Andrea Kimi Antonelli, que classificou o ajuste como “um pequeno passo na direção certa”.
Mesmo com a cooperação entre FIA e o comando da categoria — descrita em comunicados oficiais da Federação Internacional de Automobilismo —, ambos reforçaram que o efeito prático ainda não chegou ao domingo.
“É um pequeno passo na direção certa, mas ainda não está no nível em que a Fórmula 1 deveria estar”, disse Lando Norris.
Domingo continua imprevisível e tenso
Nas corridas, relatam os pilotos, a aproximação em altíssima velocidade complica tanto o ataque quanto a defesa. Piastri descreveu o cenário como “bem louco”, enquanto Antonelli alertou que é preciso “confiar no piloto que está defendendo” para evitar incidentes.
Os ajustes tinham como objetivo reduzir o chamado “superclipping” e facilitar ultrapassagens. O feedback inicial, porém, indica que as intervenções serão insuficientes sem um pacote extra de medidas, algo que dependerá da velocidade de reação regulatória.
O que você acha? As mudanças bastam ou a F1 precisará de um novo pacote de regras antes de 2026? Para acompanhar mais análises do esporte, acesse nossa editoria de esportes.
Crédito da imagem: Divulgação