Fórmula 1 — A FIA confirmou alterações significativas nas unidades de potência que valerão a partir de 2027, um movimento que endossa uma posição levantada por Christian Horner em 2023 e promete mexer no equilíbrio entre motor a combustão e elétrico.
- Em resumo: aumento de 50 kW na combustão e redução da potência elétrica, aproximando a divisão defendida por Horner.
Transmissão: Max
Decisão técnica que muda o rumo das regras
A entidade optou por aumentar em 50 kW a potência do motor a combustão por meio do aumento do fluxo de combustível, enquanto a parte elétrica será reduzida de 350 kW para 300 kW. Essa readequação altera a arquitetura prevista para as unidades de potência.
Os detalhes da mudança podem ser conferidos no site oficial da Fórmula 1, onde a evolução regulatória tem sido acompanhada desde o anúncio das regras da nova geração de carros.
"A entidade decidiu aumentar em 50 kW a potência do motor a combustão por meio do aumento do fluxo de combustível, enquanto a parte elétrica será reduzida de 350 kW para 300 kW."
Reações e histórico: de alerta a ajuste
Christian Horner havia criticado o equilíbrio inicial entre combustão e elétrico, defendendo uma divisão de 60% para combustão e 40% para elétrico. A mudança anunciada aproxima a categoria dessa proporção que ele defendia.
O ajuste surge após reclamações de pilotos, equipes e fabricantes ao longo da temporada e alterações pontuais feitas antes do GP de Miami, julgadas insuficientes por competidores.
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