Oscar Piastri — Em Miami, às vésperas do GP de 2026, o australiano da McLaren já fala em “construir remos” para encarar a forte chuva prevista e um domingo repleto de variáveis que ninguém consegue calcular.
- Em resumo: Piastri sai em sétimo e diz que o clima pode embaralhar completamente o resultado.
Chuva pode virar o grid de cabeça para baixo
Até agora a temporada não teve uma única volta em pista molhada, o que faz do GP de Miami um grande ponto de interrogação. O próprio piloto admite que as simulações pouco valem se o asfalto ficar encharcado. Em entrevista reproduzida pela plataforma oficial da Fórmula 1, Piastri lembrou que o acerto eletrônico da unidade de potência será decisivo.
Classificado apenas na sétima colocação depois de uma sessão turbulenta, o jovem australiano acredita que quem se adaptar mais rápido poderá surpreender na Flórida.
“Se estiver molhado, isso vai mudar muita coisa. Ninguém realmente pilotou esses carros na chuva e ninguém sabe exatamente como eles vão se comportar. Espero que estejamos do lado certo disso.”
Margem de erro mínima aumenta o risco
Piastri reforça que o perigo não se resume à visibilidade: a forma como a potência é entregue ao longo da reta e nas saídas de curva pode transformar pequenas aquaplanagens em abandonos precoces. “A margem para erro quando está molhado é muito menor”, resumiu o piloto.
Historicamente, etapas sob chuva costumam proporcionar resultados fora do script e vitórias de azarões, cenário que deixa a McLaren em alerta máximo.
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