Ferrari — Após o GP de Miami, a equipe italiana vive um momento de incerteza técnica que pode comprometer seu rumo em 2026, depois de um pacote de atualizações que não rendeu o esperado.
- Em resumo: Atualizações levadas a Miami tiveram desempenho abaixo do esperado e levantaram dúvidas sobre a correlação entre simuladores, túnel de vento e pista.
Atualizações que não funcionaram: o alerta dos especialistas
O desempenho da Ferrari em Miami deixou a equipe atrás de McLaren e Red Bull Racing, com Lewis Hamilton em sexto e Charles Leclerc em oitavo após punição.
Profissionais experientes apontam que a falta de correlação entre dados de fábrica e comportamento na pista é um problema estrutural — uma armadilha técnica que consome tempo e recursos. Veja mais sobre a cobertura oficial da Fórmula 1.
“É ligeiramente destruidor de almas porque começa do ponto de vista técnico. Você entra nesse ciclo negativo em que precisa entender o que trouxe, o que está funcionando e o que não está”
Recursos desviados e o custo para desenvolver o carro
Rob Smedley alertou que a engenharia precisa reverter o processo para identificar o que falhou, atrasando o desenvolvimento planejado do carro.
Otmar Szafnauer reforçou que equipes gastam recursos limitados em correlação de dados em vez de focar em performance — um debate que remete a estruturas de engenharia de equipes como Aston Martin, Racing Point e Force India.
O que você acha? A Ferrari conseguirá recuperar a trajetória de desenvolvimento antes das próximas etapas da temporada? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria de esportes.
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