FIA — A entidade explicou oficialmente o funcionamento do ADUO, novo mecanismo para mitigar defasagens entre fabricantes de unidades de potência na temporada de 2026, e anunciou alterações no calendário de avaliações após o cancelamento dos GPs do Bahrein e da Arábia Saudita.
- Em resumo: O ADUO permite que fabricantes com desempenho ao menos 2% pior que o melhor motor do grid sigam evoluindo, recebendo homologações extras e apoio financeiro de até US$11 milhões fora do teto.
Como o ADUO define quem pode evoluir
O sistema, chamado de Oportunidades Adicionais de Desenvolvimento e Upgrades, foi criado para evitar que algum fabricante fique preso a um conceito errado de motor no início da nova era técnica de 2026.
A FIA usará um índice de desempenho focado exclusivamente no motor de combustão interna, considerando fatores como torque, rotação, potência do MGU-K e o impacto da potência no tempo de volta; com base nisso, fabricantes elegíveis poderão introduzir melhorias já na corrida seguinte. Para detalhes institucionais, a comunicação oficial está disponível no site da FIA.
Qualquer fabricante com desempenho ao menos 2% inferior ao melhor motor do grid poderá acessar o sistema.
Benefícios técnicos, cronograma e recursos financeiros
As avaliações serão divididas em três blocos ao longo da temporada. Após as mudanças no calendário, o primeiro período inclui Austrália, China, Japão, Miami e Canadá; o segundo vai de Mônaco até a Hungria; o terceiro cobre da Holanda até o México.
Os fabricantes terão acesso a apoios financeiros que variam entre US$3 milhões e US$11 milhões fora do teto orçamentário para desenvolvimento de motores, além de homologações extras para atualizar componentes — abrangendo combustão, turbocompressor, escape, MGU-K, ERS, eletrônica e refrigeração.
O que você acha? Acredita que o ADUO será suficiente para evitar um gap técnico entre motores em 2026? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria de esportes.
Crédito da imagem: Divulgação