Filha de Juliano Cazarré deixa aparelhos após cirurgia
São Paulo – Na manhã de sábado, 28 de outubro, a família do ator Juliano Cazarré recebeu a notícia que esperava havia semanas: a pequena Maria Guilhermina, de 1 ano, respirava sozinha poucas horas depois de uma nova intervenção para tratar a Anomalia de Ebstein, cardiopatia congênita rara que a acompanha desde o nascimento.
- Em resumo: Equipe médica retirou todos os aparelhos de ventilação e a criança permanece estável na UTI.
O que mudou após a cirurgia
Segundo boletim divulgado pela mãe, Letícia Cazarré, a retirada dos tubos ocorreu tão logo os exames apontaram saturação dentro da faixa normal. A decisão, considerada rápida pelos especialistas, reduz riscos de infecção e acelera a recuperação pulmonar.
De acordo com dados do Ministério da Saúde, cardiopatias congênitas atingem 1 em cada 100 recém-nascidos no Brasil, mas a variante enfrentada por Maria equivale a menos de 1% desses casos.
“Ela está sem oxigênio e sem dor. Foi uma noite calma, graças a Deus”, relatou Letícia nos stories.
Entenda o quadro raro que desafia a família
A Anomalia de Ebstein provoca mau funcionamento da válvula tricúspide e sobrecarga do coração. Nos últimos 12 meses, Maria passou por três cirurgias corretivas e períodos prolongados de internação em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Especialistas explicam que a sobrevida depende da intervenção precoce e de cuidados intensivos. Levantamento da Sociedade Brasileira de Cardiologia mostra que procedimentos neonatais elevam em até 60% a qualidade de vida em longo prazo.
O que você acha? A recuperação de Maria surpreende pela rapidez ou demonstra o avanço da medicina neonatal no país? Para outras histórias do universo das celebridades, acesse nossa editoria Pop.
Crédito da imagem: Divulgação
