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Fortuna de R$150 mi: chinesa de 22 anos lidera Olimpíadas
Milão-Cortina, Itália – A menos de dois anos para a abertura dos Jogos de Inverno de 2026, a esquiadora chinesa Eileen Gu, 22, já se consolida como a atleta mais bem paga da competição, ostentando acordos comerciais que ultrapassam a marca de R$ 150 milhões, segundo estimativas do mercado.
- Em resumo: Eileen Gu tem mais de 20 patrocinadores globais e fatura cerca de US$ 20 milhões por temporada.
Como Gu transformou medalhas em milhões
O ponto de virada foi a Olimpíada de Pequim, em 2022, quando a jovem conquistou duas medalhas de ouro e uma de prata. Desde então, entrou para a lista anual da Forbes de atletas femininas mais bem remuneradas.
Entre os mais de 20 contratos ativos, destacam-se marcas de luxo como Louis Vuitton, relógios IWC e grifes esportivas como Red Bull. Cada acordo rende entre US$ 1 e US$ 2,5 milhões, valor bastante superior à bolsa paga pelo Comitê Olímpico Internacional a medalhistas.
“O potencial comercial de Eileen Gu na China é comparável ao de uma pop star”, avaliou o consultor de marketing esportivo Li Jin em relatório da Red Card China.
Impacto econômico e geopolítico do fenômeno
A ascensão da atleta ocorre em um momento estratégico para o esporte de inverno chinês. Em 2015, Pequim lançou um plano para criar 300 milhões de novos praticantes de esportes na neve até 2025, ampliando o mercado de equipamentos e turismo alpino.

Com apenas 22 anos, Gu tornou-se peça-chave dessa política: sua popularidade impulsiona investimentos privados e atrai a atenção de marcas que querem penetrar no consumo de luxo do país, segmento que deve movimentar US$ 112 bilhões em 2025, de acordo com dados da Bain & Company.
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Crédito da imagem: Divulgação
