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Funcionários de Gabriela viram alvo após ‘Fora Chai’ no BBB26
Rio de Janeiro (RJ) – A eliminação de Chaiany no BBB26 acendeu um rastilho de pólvora nas redes: perfis que administram as contas de Gabriela passaram a ser bombardeados por críticas de fãs que se sentiram traídos pela campanha “Fora Chai”.
- Em resumo: Equipe de Gabriela é acusada de “jogo duplo” e sofre ataques virtuais logo após a saída de Chaiany.
Por que a revolta escalou tão rápido?
A hashtag #ForaChai, impulsionada pelos administradores de Gabriela, ganhou força decisiva na última votação. No entanto, a estratégia que parecia garantir vantagem dentro da casa virou munição contra a própria equipe fora dela. De acordo com dados do IBGE, mais de 77% dos brasileiros usam redes sociais diariamente, o que amplia o alcance – e o risco – de cancelamentos instantâneos.
Fãs argumentam que Gabriela pregava “sororidade” no jogo, mas adotou postura oposta nos bastidores digitais. Poucas horas após a eliminação, perfis profissionais que cuidam das publicações da sister precisaram limitar comentários e ocultar menções negativas.
“Internautas apontaram contradição após campanha ‘Fora Chai’.”
Efeito dominó: da imagem pública ao contrato publicitário
Marcas que negociam publis com ex-BBBs avaliam engajamento positivo e reputação online. Em edições anteriores, influenciadores que sofreram boicote tiveram queda de até 35% nas cotações, segundo levantamento da agência Brunch Influencers em 2024. Caso a rejeição a Gabriela se mantenha, cachês para ações pós-programa podem encolher sensivelmente.

Além do fator comercial, há o impacto humano: funcionários relataram nas redes terem recebido mensagens ofensivas e ameaças. O Código Penal prevê detenção de até dois anos para quem praticar crimes virtuais de injúria ou difamação, reforçando que a fronteira entre fandom e ilegalidade é tênue.
O que você acha? O público deve punir a equipe pelos bastidores ou o jogo vale tudo? Para mais conteúdos de entretenimento, acesse nossa editoria Pop.
Crédito da imagem: Divulgação
