- Páscoa 2026: Chocolates disparam 16,7% apesar do cacau despencar
- Após 37 anos no PT, Luizianne Lins muda de partido e mira o Senado
- Alerta laranja: 145 cidades do CE podem ter 100 mm de chuva
- Moraújo lidera 98 mm e puxa chuva em 140 cidades do CE
- Explosão do Design de Interiores leva Unifor a curso turbo
Grávida denuncia ex-zagueiro do Corinthians por ameaça
SÃO PAULO (SP) – Grávida de sete meses, a influenciadora Juliana Merhy registrou boletim de ocorrência contra o ex-zagueiro do Corinthians, Gil Baloi, alegando ameaças que teriam começado após o fim do relacionamento. A defesa da vítima já solicitou medida protetiva ao Judiciário.
- Em resumo: Influenciadora afirma sofrer perseguição do ex-jogador e busca proteção urgente.
Entenda a acusação e o que diz a defesa
Segundo o relato apresentado à polícia, Baloi teria enviado mensagens intimidatórias e aparecido sem aviso no condomínio onde Juliana mora. A advogada da influenciadora afirmou que “a gestação torna o risco ainda maior, pois qualquer estresse pode afetar mãe e bebê”. Já a assessoria do ex-atleta diz que ele “nunca ameaçou” a ex-companheira e se coloca à disposição da Justiça para esclarecimentos.
O próximo passo é a análise do pedido de proteção previsto na Lei Maria da Penha. Caso deferida, Baloi deverá cumprir distanciamento mínimo e não manter qualquer contato com Juliana.
“A medida protetiva é o freio mais rápido para impedir a escalada de violência”, explicou a advogada que acompanha o caso.
Violência contra gestantes cresce no país
Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicam que, em 2023, uma mulher foi vítima de violência doméstica a cada 2 minutos no Brasil. Gestantes compõem um grupo de risco: a pressão emocional e física pode resultar em partos prematuros e complicações de saúde, alerta o Ministério da Saúde.

Especialistas lembram que ameaças verbais, perseguição e invasão de privacidade configuram crimes mesmo sem agressão física. “Quando o agressor é figura pública, a exposição pode inibir a denúncia; por isso é fundamental formalizar a ocorrência o quanto antes”, reforça a psicóloga forense Camila Carvalho.
O que você acha? A Justiça deve reforçar medidas de proteção em casos que envolvem gestantes? Para mais notícias sobre segurança, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação
