Ingrid Guimarães alerta para riscos da caneta emagrecedora
Ingrid Guimarães alerta para riscos da caneta emagrecedora
Ingrid Guimarães alerta para riscos da caneta emagrecedora – Em carta aberta divulgada recentemente, a atriz de 53 anos revelou ter “perdido a vontade de viver” após utilizar o medicamento injetável para perda de peso, popularmente chamado de caneta emagrecedora.
Segundo Ingrid, o uso por poucas semanas provocou náuseas intensas, fraqueza e sintomas depressivos, levando-a a interromper o tratamento e buscar ajuda médica.
Relato detalhado da atriz
A artista contou que, ao aderir ao medicamento, perdeu rapidamente quatro quilos, mas logo passou a sentir enjoo constante e falta de energia para trabalhar ou conviver com a família.
“Achei que fosse ansiedade, mas era efeito do remédio”, escreveu na carta, alertando seguidores para não utilizarem a substância sem avaliação profissional.
O que dizem especialistas
Medicamentos à base de semaglutida ou liraglutida, indicados originalmente para diabetes tipo 2, atuam na saciedade e são vendidos apenas com prescrição. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adverte que os principais efeitos adversos incluem enjoo, queda de pressão, pancreatite e risco de depressão.
Endocrinologistas afirmam que o acompanhamento deve envolver avaliação de fígado, rins e histórico psiquiátrico, além de plano alimentar supervisionado.
Crescimento do consumo no Brasil
Levantamento da consultoria IQVIA aponta aumento de mais de 300 % nas vendas de análogos de GLP-1 no país entre 2021 e 2023, impulsionado por celebridades e redes sociais.
O Conselho Federal de Medicina reforça que a prescrição só deve ocorrer após falha comprovada de dieta e atividade física, sendo vedado uso “estético” em pessoas sem obesidade clínica.
No universo do entretenimento, outros famosos já admitiram efeitos colaterais, reforçando o debate sobre automedicação e pressão estética. Para ler mais matérias sobre celebridades e saúde, visite nossa editoria Pop.
Crédito da imagem: Divulgação
