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INSS tira site e telefone do ar até 31/1; veja como não perder prazos
Brasília – Os canais digitais e telefônicos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) sairão do ar às 19h desta terça-feira (27) para uma manutenção que se estende até 31 de janeiro, deixando quase 39 milhões de beneficiários sem acesso a serviços on-line ou presença física nas agências.
- Em resumo: site, app Meu INSS e Central 135 ficarão indisponíveis; agências fecham em 28, 29 e 30/1.
Por que o sistema vai parar?
A Dataprev, responsável pela infraestrutura, fará a migração de bases de dados para uma plataforma de nuvem mais robusta. O órgão afirma que a mudança promete dobrar a capacidade de processamento e reduzir falhas como as verificadas desde 19/1, quando o volume de acessos saltou de 3,5 para mais de 10 milhões em dois dias.
Especialistas em transformação digital lembram que paradas concentradas reduzem custos e riscos de perda de informações sensíveis, que incluem salários, vínculos empregatícios e históricos médicos de aposentados. A explosão na procura foi puxada, segundo a Federação Brasileira de Bancos, pelo novo salário mínimo e pelo aumento de solicitações de consignado.
“A suspensão temporária dos serviços é necessária para a modernização tecnológica”, informou o INSS em nota.
Como a pausa afeta quem precisa do benefício
Todos os atendimentos marcados para 28, 29 e 30/1 serão remarcados. Quem perdeu o agendamento poderá conferir a nova data no próprio Meu INSS ou no 135 após o restabelecimento. Para minimizar filas, o instituto realizou mutirões nos finais de semana de 17-18 e 24-25/1.
Enquanto isso, segurados não conseguirão emitir extratos, dar entrada em aposentadoria nem desbloquear crédito por biometria. Caso você precise comprovar renda para empréstimos ou aluguel, especialistas recomendam solicitar um comprovante provisório diretamente ao banco ou utilizar documentos já emitidos.

O Anuário Estatístico da Previdência mostra que, em 2025, o INSS pagou 38,8 milhões de benefícios e registrou 60 milhões de atendimentos telefônicos. Uma paralisação de quatro dias pode represar mais de 800 mil solicitações, exigindo força-tarefa no início de fevereiro.
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Crédito da imagem: Divulgação / INSS
