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Juazeiro: condenados a 12 e 15 anos por execuções a tiros
Juazeiro – Nas últimas sessões ordinárias do Tribunal do Júri local, o Conselho de Sentença proferiu condenações em dois processos por homicídio, resultando em penas de 12 e 15 anos que reforçam a resposta judicial a crimes cometidos em contextos de rua e discussões.
- Em resumo: Marcio Vieira da Silva, 38 anos, recebeu 12 anos; Cícero Cardoso Tavares, 65 anos, foi condenado a 15 anos e sete meses.
Entenda a dinâmica
No caso mais recente, Marcio Vieira da Silva — conhecido como “Marcinho do Prourb” — foi sentenciado a 12 anos de prisão pela morte de Cícero Valeriano Teles, o “Cicinho Capuchu”, de 22 anos. O crime ocorreu em 28 de agosto de 2011, na calçada do Bar do Paulo, na Rua Moacir Gondim Lóssio (Triângulo), quando a vítima foi atingida por disparos e executada à queima-roupa.
Esse tipo de homicídio faz parte do panorama de violência letal no país, conforme apontamentos do Atlas da Violência (IPEA), que monitora padrões e tendências de crimes contra a vida.
Marcio Vieira da Silva, de 38 anos, o “Marcinho do Prourb”, foi condenado a 12 anos de prisão pelo assassinato de Cícero Valeriano Teles, de 22 anos, em 28 de agosto de 2011.
Contexto e impacto
Na sessão anterior, o Tribunal do Júri já havia condenado Cicero Cardoso Tavares, apelidado “Cícero Baixinho”, morador do bairro Leandro Bezerra, a 15 anos e sete meses. O crime ocorreu em 5 de março de 2002, na Rua Otávio Aires, perto do Mercado do Pirajá: após uma discussão, um disparo de garrucha matou José Nilton Cavalcante de Moraes, o “Zé Nilton”, então com 22 anos. A defesa recorreu contra a sentença.

As decisões mostram a continuidade das ações do Judiciário local em casos de homicídio, ao mesmo tempo em que ressaltam impactos duradouros nas famílias das vítimas e na sensação de segurança nas comunidades afetadas.
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Crédito da imagem: Divulgação
