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Leilão de R$35 mi da mansão de Ana Hickmann vira disputa acirrada
Itu (SP) – A suspensão do leilão de R$ 35 milhões da mansão de Ana Hickmann e Alexandre Correa evoluiu para um embate jurídico que expõe o funcionamento, pouco conhecido, do mercado de alienações judiciais no Brasil.
- Em resumo: leiloeiro rebate críticas públicas da apresentadora e detalha regras que podem fazer o pregão ser retomado em poucas semanas.
Por que o martelo parou?
O Tribunal de Justiça paulista determinou a suspensão da hasta após questionamentos dos advogados do casal, que alegaram falta de publicidade adequada. O leiloeiro responsável diz ter seguido todas as exigências legais e lembra que o edital ficou 30 dias no ar, conforme prevê o Código de Processo Civil.
Segundo ele, mais de 200 investidores manifestaram interesse no imóvel — número “acima da média” para residências de alto padrão. O profissional ainda afirma que a suspensão “criaria precedente perigoso” e garantiria vantagem a devedores endinheirados.
“Cumpri cada etapa. Se a suspensão prevalecer, outros proprietários milionários vão repetir a estratégia para adiar pagamentos”, declarou o leiloeiro.
Endividamento recorde amplia oferta de bens de luxo
O episódio ocorre em meio ao crescimento dos leilões judiciais no pós-pandemia. Com 71,9 milhões de brasileiros inadimplentes, segundo dados da Serasa, a quantidade de imóveis penhorados — inclusive mansões — saltou nos últimos três anos, pressionando o mercado de alto padrão.
Especialistas lembram que, diferentemente de um anúncio imobiliário comum, o leilão segue prazos rígidos: caso a mansão volte a pregão, o lance inicial de R$ 35 milhões poderá cair até 40% em um segundo turno, algo que preocupa os proprietários e anima fundos de investimento.

Nos bastidores, corretores avaliam que o imóvel se destaca por ter 6 mil m² de área construída, heliponto e um lago ornamental. Itens raros que justificariam o alto valor, mas que também encarecem a manutenção — ponto usado por compradores para barganhar.
O que você acha? A suspensão protege o direito de defesa ou apenas posterga uma dívida já reconhecida? Para acompanhar outras notícias sobre celebridades, acesse nossa editoria Pop.
Crédito da imagem: Divulgação
