Luana Piovani escancara e detona Huck por levar Virgínia ao Domingão
RIO DE JANEIRO – A tensão entre celebridades ganhou novo capítulo após Luana Piovani usar as redes na última quinta-feira (12) para criticar publicamente Luciano Huck por convidar a influenciadora Virgínia Fonseca ao “Domingão”. A atriz questiona o espaço oferecido pelo principal programa dominical da TV aberta a nomes que, segundo ela, “vendem apenas publicidade”.
- Em resumo: Piovani chamou Huck de “cúmplice” do que considera conteúdo raso e provocou debate sobre o papel da TV na legitimação de influenciadores.
Bastidores do atrito: entenda a dinâmica
A bronca começou depois que o apresentador anunciou a presença de Virgínia, seguida por 45 milhões no Instagram, para falar de maternidade e negócios no quadro “Acredite em Quem Quiser”. Em vídeo, Luana ironizou: “Claro que é interessante chamar quem só ensina a consumir, né, Luciano?”. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua do IBGE, 84% dos brasileiros estão conectados e formam terreno fértil para esse tipo de conteúdo.
O comentário incendiou fãs de ambos os lados: enquanto seguidores de Virgínia defenderam seu “império de beleza” avaliado em mais de R$ 1 bilhão, simpatizantes de Piovani questionaram a falta de filtro da TV sobre o que é levado ao grande público.
“Queria entender em que momento a televisão passou a servir de vitrine para quem só faz merchand”, disparou Luana.
Por que isso importa para a audiência?
O embate revela colisão de modelos de negócio: de um lado, a TV aberta busca recuperar público jovem; de outro, mega-influenciadores convertem seguidores em faturamento. Dados da consultoria Nielsen mostram que o mercado de publicidade com criadores digitais deve movimentar R$ 2,3 bilhões no Brasil em 2024, evidenciando por que gigantes de mídia querem esses nomes em seus quadros.

Especialistas em comunicação apontam ainda um fator de credibilidade. O conceito de E-E-A-T, usado pelo Google para ranquear conteúdos, valoriza experiência e autoridade – pontos questionados por críticos de Virgínia, mas inegáveis no alcance que ela gera. Para Huck, a presença da influencer seria uma ponte com o chamado “mercado das novas mães”, público decisivo para anunciantes de varejo e cuidado pessoal.
O que você acha? O Domingão acerta ao abrir espaço para mega-influenciadores ou a TV deveria priorizar outros perfis? Para acompanhar mais debates sobre o mundo das celebridades, acesse nossa editoria Pop.
Crédito da imagem: Divulgação
