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Maduro ignora ultimato de Trump e vê opções se esgotarem
Maduro ignora ultimato de Trump e vê opções se esgotarem – Na última semana, Nicolás Maduro recusou o salvo-conduto informal oferecido por Donald Trump durante uma breve ligação telefônica, segundo quatro fontes ouvidas pela CNN norte-americana.
A conversa, descrita como tensa, deixou o líder venezuelano sem garantia de passagem segura caso opte por abandonar o poder, aprofundando seu isolamento diplomático.
Conversas sem acordo e novas pressões
Trump teria apresentado sete dias para Maduro aceitar o exílio, mas o presidente venezuelano rejeitou o prazo, insistindo em permanecer no Palácio de Miraflores. Fontes ligadas ao Departamento de Estado afirmam que nenhuma terceira nação se ofereceu oficialmente para recebê-lo, segundo a BBC.
O governo dos Estados Unidos, por sua vez, estuda ampliar sanções individuais e bloquear ativos externos pertencentes a figuras do alto escalão chavista, estratégia usada anteriormente contra o Irã e a Coreia do Norte.
Isolamento cresce e rotas de fuga encolhem
Com fronteiras terrestres vigiadas por militares leais e o espaço aéreo monitorado por Washington, especialistas apontam que as rotas mais prováveis de saída seriam por meio da Rússia ou de aliados caribenhos. Contudo, a Organização dos Estados Americanos (OEA) reforçou que qualquer país que ofereça abrigo pode sofrer retaliações econômicas.
Dados da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) mostram que mais de 7 milhões de venezuelanos já deixaram o país desde 2015, número que ilustra o desgaste interno do regime e a pressão popular por mudanças.
Analistas em Caracas acreditam que, sem um acordo, Maduro tentará ganhar tempo apostando em negociações indiretas com a oposição, ao mesmo tempo em que endurece o controle sobre Forças Armadas e setores estratégicos, como petróleo e mineração.

Nesse cenário volátil, países latino-americanos monitoram possíveis ondas migratórias caso a crise escale para um confronto interno, reforçando barreiras sanitárias e protocolos de acolhimento.
No Congresso dos EUA, senadores republicanos defendem a imposição de bloqueios financeiros totais para acelerar a queda do regime, enquanto democratas argumentam que sanções extremas podem agravar a crise humanitária.
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Crédito da imagem: Reprodução
