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Marcela Ceribelli rejeita holofotes e ergue rede de proteção feminina
São Paulo/SP – Em plena era dos “stories” diários, a estrategista digital Marcela Ceribelli coleciona milhões de visualizações justamente por deixar a própria intimidade fora de cena. Seu foco é outro: criar conteúdo que ajude na sobrevivência física e emocional das mulheres.
- Em resumo: Ela transforma temas de risco — como violência e desigualdade de gênero — em debates acessíveis, mantendo a vida pessoal fora do radar.
Da discrição ao topo da audiência
Enquanto influenciadores ampliam números com detalhes da rotina, Ceribelli aposta em curadoria de informações e entrevistas que iluminam direitos femininos. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registrou 1.437 feminicídios em 2022, dado que norteia boa parte de suas pautas.
A comunicadora prefere que especialistas e sobreviventes ocupem o microfone, limitando-se a mediar conversas. O resultado? Crescimento constante de seguidores e convites para falar em universidades e empresas.
“Quanto menos eu falo de mim, mais as mulheres se reconhecem nelas mesmas”, costuma afirmar a produtora de conteúdo.
Impacto além das telas
O alcance digital já se converte em ações concretas. Parceiros institucionais relatam aumento na procura por orientações sobre a Lei Maria da Penha após episódios especiais conduzidos por Ceribelli. A dinâmica reforça a importância de canais que traduzam leis e dados duros em linguagem cotidiana.

Para especialistas, a estratégia dialoga com a Geração Z, que valoriza autenticidade e propósito. Relatório da Deloitte indica que 44% dos jovens seguem marcas que se posicionam em causas sociais — terreno que Marcela ocupa com autoridade.
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Crédito da imagem: Divulgação
