Vasco — A negociação por Nelson Deossa ganhou novo impulso nas últimas horas após a entrada do empresário Marcos Lamacchia nas tratativas, o que permitiu avanços nas garantias financeiras exigidas pelo Real Betis e reduz a pressão imediata sobre o caixa do clube.
- Em resumo: a presença de Lamacchia ajudou o Vasco a destravar garantias e viabilizar um modelo de pagamento que posterga desembolsos até 2027.
Estrutura financeira oferece alívio ao fluxo de caixa
O formato discutido entre as partes evita que o Vasco precise desembolsar de imediato os 10 milhões de euros (R$ 58,3 milhões, na cotação atual) previstos na obrigação de compra, distribuindo o impacto ao longo dos próximos anos.
Esse tipo de parcelamento é estratégico para clubes que buscam reforços sem comprometer a temporada. Para entender modelos semelhantes em transferências do futebol brasileiro, veja análises no ge.globo.com.
Caso a contratação seja concluída, o Vasco não precisará desembolsar imediatamente os 10 milhões de euros (R$ 58,3 milhões, na cotação atual) previstos na obrigação de compra.
Atuação de Lamacchia antes de assumir a SAF
Embora ainda não tenha formalizado o controle da SAF, Marcos Lamacchia vem participando das conversas estratégicas e ajudando a montar alternativas financeiras para viabilizar a operação.
Nos bastidores, a presença do empresário é interpretada como um sinal de compromisso com o projeto esportivo do clube e com a reconstrução do elenco, inclusive na busca por soluções que preservem o planejamento econômico da SAF Vasco.
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